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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
Escândalo com padre leva secretário da Segurança a cobrar explicações da Igreja Católica no Paraná

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Escândalo com padre leva secretário da Segurança a cobrar explicações da Igreja Católica no Paraná

Já são oito vítimas identificadas, entre elas uma que acusa o falecido arcebispo Dom Mauro; polícia investiga omissão da instituição

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O escândalo envolvendo o padre Genivaldo Oliveira dos Santos, de 42 anos, preso no último domingo (24) em Cascavel, ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (28). O secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Hudson Teixeira, esteve na cidade ao lado da delegada do Nucria, Thaís Regina Zanatta, e convocou uma coletiva de imprensa para atualizar as investigações.

De acordo com o secretário, já foram identificadas sete vítimas do padre Genivaldo e uma do arcebispo Dom Mauro Aparecido dos Santos, falecido em 2021. Também é apurado um estupro de vulnerável ocorrido em 2008, contra uma criança. A polícia não descarta a possibilidade de surgirem novos casos.

Uma das vítimas, hoje sacerdote, afirmou que a Igreja Católica já tinha conhecimento das denúncias. Hudson questionou a demora em levar os fatos às autoridades.

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“O que está sendo investigado é por que esse fato só veio ao conhecimento da segurança agora. Se já era de conhecimento desde 2021, por que não foi tomada nenhuma providência?”, declarou.

O secretário também destacou que a responsabilização da Igreja será apurada:

“Todos serão ouvidos, desde as gestões passadas até a atual, para verificar a responsabilidade de cada um e entender por que o caso só chegou agora ao conhecimento da segurança pública.”

As vítimas, em sua maioria, eram seminaristas ou pessoas em situação de vulnerabilidade que buscavam ajuda contra dependência química. Os abusos teriam ocorrido tanto no seminário quanto na casa do padre, também conhecido como “Dudu”.

Nesta semana, a polícia cumpriu mandado de busca em uma clínica terapêutica ligada ao religioso. Além das acusações de abuso, também são investigados um acidente de trânsito envolvendo o padre, a tentativa de suicídio de um jovem que está em tratamento e o caso de uma criança de três anos registrado em boletim de ocorrência.

A prisão do padre é temporária, mas pode ser convertida em preventiva, conforme avaliação da delegada Thaís Zanatta. Até o momento, apenas Genivaldo e Dom Mauro, já falecido, são formalmente citados nas investigações.

“Fatos novos surgirão, versões poderão ser

FONTE/CRÉDITOS: Catve.com
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Redes Sociais
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