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Quarta-feira, 02 de Setembro 2026
Dois casos de estelionato eletrônico são registrados em Candói
Candói

Dois casos de estelionato eletrônico são registrados em Candói

Golpes envolveram falsa advogada, falso promotor de Justiça e suposto funcionário de instituição financeira; prejuízo ultrapassa R$ 4,7 mil

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A Polícia Militar registrou dois casos de estelionato eletrônico em Candói, na segunda-feira (31). Em situações distintas, as vítimas foram abordadas por criminosos que utilizaram diferentes estratégias para convencê-las a realizar transferências bancárias. Somados, os prejuízos ultrapassam R$ 4,7 mil.

No primeiro caso, uma mulher de 52 anos procurou o Destacamento da Polícia Militar acompanhada do filho. Segundo o relato, ela recebeu mensagens pelo WhatsApp de uma pessoa que se passou por sua advogada. Posteriormente, participou de uma chamada de vídeo com outro homem, que afirmou ser promotor de Justiça.

Os criminosos disseram que a mulher teria ganhado uma causa judicial, mas que seria necessário realizar uma transferência bancária para que o suposto valor fosse liberado. Convencida pela história, ela fez uma transferência via Pix de R$ 1.024,25.

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Na sequência, o filho também foi convencido a realizar uma transferência, no valor de R$ 1.422,00. Depois das operações, os dois perceberam que haviam sido vítimas de um golpe. O prejuízo nesse caso foi de R$ 2.446,25.

Em outra ocorrência registrada no município, um comerciante de 37 anos relatou ter recebido uma ligação de uma pessoa que se apresentou como funcionário de uma instituição financeira. O criminoso já tinha informações pessoais da vítima e ofereceu uma suposta negociação relacionada a taxas bancárias.

Durante a ligação, o comerciante foi orientado a realizar a leitura de um QR Code. Após seguir a instrução, foi constatada uma transferência não autorizada de R$ 2.270,00 para uma conta de terceiros.

A vítima percebeu que havia sido enganada e procurou a Polícia Militar. Além do prejuízo financeiro, o comerciante manifestou preocupação com a possibilidade de seus dados pessoais terem sido utilizados pelos criminosos.

Nos dois casos, as vítimas foram orientadas pelos policiais sobre os procedimentos cabíveis. As ocorrências reforçam a necessidade de atenção diante de contatos inesperados que envolvam transferências, Pix, QR Codes ou supostas cobranças e liberações de valores.

FONTE/CRÉDITOS: PMPR

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