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Quarta-feira, 29 de Abril 2026
Vereador Kenny Rogers é condenado a mais de sete anos de prisão por atropelamento com morte em Guarapuava
Justiça

Vereador Kenny Rogers é condenado a mais de sete anos de prisão por atropelamento com morte em Guarapuava

Justiça fixou regime semiaberto, suspensão da CNH e indenização à família da vítima; réu poderá recorrer em liberdade

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A Justiça proferiu, na noite de quinta-feira (22), a sentença que condena o vereador Kenny Rogers Gonçalves Anacleto (MDB) a 7 anos, 5 meses e 24 dias de reclusão pela morte do idoso José Maceno de Almeida, de 82 anos. O crime ocorreu em dezembro de 2024, após um atropelamento registrado no bairro Jordão, em Guarapuava.

Conforme a decisão judicial, a pena deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. Além da reclusão, o vereador teve a Carteira Nacional de Habilitação suspensa e está proibido de dirigir por 1 ano, 7 meses e 22 dias. A sentença também estabelece o pagamento de R$ 20 mil por danos morais aos sucessores da vítima. Apesar da condenação, Kenny poderá recorrer da decisão em liberdade.

O atropelamento aconteceu no dia 21 de dezembro de 2024, por volta das 18h30. Segundo os autos do processo, o vereador conduzia um Ford Ka Sedan branco quando perdeu o controle do veículo em uma curva, invadiu a calçada e atingiu José Maceno de Almeida, que caminhava pelo local.

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As investigações apontaram que o motorista estava sob efeito de álcool no momento do acidente. À época, Kenny Rogers, então com 34 anos, admitiu ter ingerido bebida alcoólica, apresentava sinais claros de embriaguez, estava com a CNH cassada e ainda tentou deixar o local após o ocorrido. Ele chegou a ser preso, mas foi liberado após pagamento de fiança.

Na sentença, o magistrado destacou uma série de agravantes que contribuíram para o aumento da pena. Embora o réu tenha se recusado a realizar o teste do bafômetro, o estado de embriaguez foi confirmado por depoimentos de policiais, testemunhas e registros em vídeo, que evidenciaram sinais como olhos avermelhados, desorientação e odor etílico.

Outro fator considerado foi o fato de Kenny estar com a habilitação suspensa e cassada na data dos fatos. Imagens de monitoramento anexadas ao processo mostram o veículo realizando manobras perigosas e ultrapassagens pela ciclovia momentos antes do atropelamento.

Após o capotamento, o acusado não prestou socorro à vítima e deixou o local, entrando no banco traseiro de uma caminhonete Fiat Toro. Ele acabou sendo interceptado cerca de 200 metros à frente por delegados que passavam pela via e suspeitaram da movimentação.

Com informações do Portal RSN

FONTE/CRÉDITOS: Portal RSN
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Arquivo Gazeta
Alex Chimiloski

Publicado por:

Alex Chimiloski

Repórter com experiencia de mais de dez anos em TV. Atuou em Guarapuava na Rede Humaitá como repórter e apresentador. Redetv Mais, como repórter e apresentador. Jornalismo Digital pela Uniasselvi.

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