A Fundação Proteger deu início, nessa quinta-feira (30), a um encontro de capacitação sobre doenças transmissíveis, ministrado pelo enfermeiro Ariel França Pedroso. O evento, que segue nesta sexta (31), acontece no salão nobre do Centro Universitário Campo Real, marca o início de uma série de ações planejadas para aprimorar a formação dos profissionais da instituição.
De acordo com a organizadora das capacitações, Renata Araújo, ao longo do ano, a Fundação Proteger desenvolverá diversas atividades voltadas para o aperfeiçoamento dos seus servidores. O objetivo é fornecer ferramentas e estratégias que elevem ainda mais a qualidade dos serviços prestados às crianças e adolescentes acolhidos pela instituição. “As ações visam fortalecer o trabalho de cada profissional, promovendo a melhoria contínua na qualidade dos serviços oferecidos”, explicou Renata.
A capacitação, além de contar com a participação do enfermeiro Ariel, é destinada a todos os servidores da Fundação, incluindo cuidadores, auxiliares de cuidador, educadores, equipe de serviços gerais, técnicos e outras autoridades ligadas à instituição. Ao todo são mais de 90 servidores.
Para a Presidente da Fundação Proteger, Keyla Schulze, desde o início da nova gestão, foi identificada uma lacuna importante no processo de capacitação dos servidores. “Foi uma reclamação dos próprios servidores. E logo fomos atrás para que eles se sintam mais seguros e consigam trabalhar com mais serenidade e tranquilidade junto aos nossos acolhidos. Essa demanda vem do prefeito Baitala, que reforça a necessidade de preparar os colaboradores, capacitando-os para atender melhor à comunidade. Exatamente, para que nossa comunidade seja cada vez mais bem atendida e tenha suas demandas atendidas pelo serviço público”, afirmou Keyla.
Para a assistente social da Fundação, Tiene Milca, as trocas de experiências entre diferentes áreas de conhecimento são essenciais, pois contribuem significativamente para o aprimoramento do atendimento às crianças e adolescentes acolhidos, garantindo que eles sejam diretamente beneficiados. “Como assistente social, busco me capacitar para conduzir meu atendimento de maneira mais eficiente e assertiva, sabendo exatamente como agir e o que falar. O principal objetivo é melhorar a qualidade do atendimento prestado aos acolhidos”, concluiu.
