A manifestação terá concentração na Praça Coronel Amazonas e seguirá em passeata até em frente a UPA, conforme a família. O objetivo é chamar a atenção para a situação da unidade que é terceirizada e vem sendo pauta de diversos debates com relação ao atendimento. Familiares, amigos e demais moradores alegam que é necessário tomar providências urgentes para melhorar o atendimento.

A manifestação vem ganhando destaque nas últimas horas e a expectativa é de que participantes estejam vestidos de preto em alusão ao luto pela perda precoce de Antonela Sott e com cartazes.
O caso:
Uma bebê de 1 ano e 3 meses, Antonela Aparecida Sott, faleceu neste fim de semana em União da Vitória, e a família acusa a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de negligência no atendimento. Segundo os familiares, a criança apresentava febre, vômito e diarreia quando foi levada à UPA no sábado, 19 de outubro. No local, Antonela recebeu classificação verde (não urgente) e foi medicada com uma injeção.
Após ser liberada, a condição da bebê piorou, e ela foi levada ao hospital APMI, onde sofreu uma parada cardíaca e faleceu. A família suspeita que a injeção aplicada na UPA tenha contribuído para a morte de Antonela e considera que houve falhas no atendimento prestado.
O corpo da criança não foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e o laudo médico apontou parada cardíaca como causa do óbito. O sepultamento de Antonela aconteceu no domingo, (20)
A UPA de União da Vitória emitiu uma nota oficial sobre o caso, esclarecendo que a bebê foi inicialmente classificada como verde, mas reavaliada para amarelo após um episódio de vômito. A unidade afirma que a medicação foi administrada por uma enfermeira especializada e que todas as orientações foram dadas à família para retorno em caso de agravamento dos sintomas.
O caso gerou grande comoção na cidade, e a família aguarda por mais esclarecimentos sobre o que pode ter causado a morte repentina de Antonela.
